Como formar preço sem pagar para trabalhar – Parte 3


A terceira parte dessa série seria uma sugestão para a dúvida recorrente sobre como estabelecer o preço de um trabalho fotográfico.

Seria, porque encontramos um artigo muito mais completo e importante, diretamente relacionado ao mercado fotográfico. Então poupamos o leitor, e remetemos diretamente ao link do Blog Geraldo Garcia.

http://blog.geraldogarcia.com/?p=139 (Introdução)

3 – Sugestão de cálculo facilitado.

Ainda que o artigo no link deva ser lido por quem queira formar os preços com alguma fundamento, é prudente que aqueles que não tenham tempo ou vontade de ler por inteiro pensem ao menos no básico.

O fotógrafo tem um componente do preço que é a remuneração desejada. O outro componente é o desgaste com equipamento, e o terceiro os gastos com aprimoramento da técnica pessoal.

Se o obturador de uma máquina fotográfica de entrada dura ao redor de 5.000 cliques, então a conta mínima é dividir o valor gasto com a máquina por cinco mil, e repartir este custo em cada fotografia tirada, aceita ou não pelo cliente.

É o mínimo de uma formação de preços responsável. Mais do que isso, só estudando bastante. Um bom começo é este artigo em cinco partes, ao qual acrescentamos apenas as novidades tributárias para o Empreendeor Individual, mencionadas em diversos artigos da nossa página.

http://blog.geraldogarcia.com/?p=139

http://blog.geraldogarcia.com/?p=155

http://blog.geraldogarcia.com/?p=162

http://blog.geraldogarcia.com/?p=171

http://blog.geraldogarcia.com/?p=193

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